Anúncios
Ouça este artigo
Motta enfrenta pedido de líderes para aumentar a verba de gabinete após o reajuste salarial aprovado na Câmara. Eles dizem que o ajuste é necessário para cobrir custos com assessores e evitar demissões, e para manter as equipes intactas. A proposta deve ser formalizada pela Mesa Diretora como ato administrativo. Ele terá de decidir sobre o novo patamar dentro da estrutura orçamentária da Casa.
Anúncios
- Líderes pedem a Motta aumento da verba de gabinete para cobrir custos maiores com assessores
- Mesa Diretora vai formalizar a revisão como decisão administrativa interna
- Objetivo é evitar demissões e manter as equipes dos deputados
- Mudança segue pacote de reajustes e novas gratificações na carreira legislativa
- Relatórios apontam impacto fiscal significativo e efeito em cadeia sobre despesas da Casa
Líderes pedem a Motta aumento da verba de gabinete para cobrir alta de custos com assessores
Líderes parlamentares solicitaram a Motta a elevação da verba de gabinete destinada a deputados, após o recente reajuste salarial aprovado pela Câmara. O pedido visa acomodar o aumento das despesas com equipes e evitar cortes de pessoal.
Valor atual, proposta e efeito imediato
Hoje cada deputado recebe R$ 133,1 mil por mês para despesas administrativas e salários de assessores. Uma das alternativas em estudo é elevar esse teto em 20%, o que elevaria a verba para cerca de R$ 160 mil mensais. A iniciativa tem caráter administrativo e deverá ser formalizada pela Mesa Diretora dentro da estrutura orçamentária da Casa.
Anúncios
Motivo: pacote de reajustes e nova estrutura de carreiras
O movimento ocorre após aprovação, no Congresso, de um pacote que reajusta vencimentos e reformula carreiras da Câmara e do Senado. O texto amplia gratificações ligadas ao desempenho e a funções estratégicas, criando mecanismos que podem aumentar substancialmente a remuneração final dos servidores, conforme função e avaliação funcional. No caso da Câmara, o projeto:
- reconhece a carreira legislativa como típica de Estado
- institui licença compensatória para ocupantes de cargos comissionados de maior responsabilidade
- cria nova gratificação de desempenho, que pode chegar a 100% do salário-base, a depender de regras a serem regulamentadas
Além disso, a presidência da Câmara anunciou reajustes lineares de 8% para secretários parlamentares e 9,28% para servidores comissionados. Como os secretários são remunerados com a verba de gabinete, os líderes defendem que o teto seja atualizado em nível similar. A discussão sobre reajustes e gratificações insere-se num contexto mais amplo de como decisões salariais e benefícios impactam a gestão de custos e a estrutura de pessoal.
Conclusão
Motta está entre a necessidade de preservar equipes e a obrigação de controlar gastos. Os líderes pedem aumento da verba de gabinete — proposta em estudo de 20%, passando de R$ 133,1 mil para cerca de R$ 160 mil — que deverá ser formalizada por ato da Mesa Diretora. A razão prática é evitar demissões e manter a estrutura de trabalho dos deputados, mas o custo traz impacto fiscal e pressão orçamentária. A decisão mostrará se a Casa prioriza a manutenção das equipes ou a contenção das despesas. Para avaliar opções e ajustes no curto prazo, medidas de controle orçamentário e planejamento são frequentemente recomendadas por especialistas.
Para mais análises, o leitor encontra outros artigos em https://finctime.com.br.
Perguntas frequentes
- O que os líderes pediram a Motta?
Pediram aumento da verba de gabinete para pagar assessores após o reajuste salarial.
- Por que a verba atual é insuficiente?
Hoje cada deputado tem R$ 133,1 mil. Os aumentos e novas gratificações elevaram custos; sem correção, há risco de demissões.
- Quanto pode subir a verba de gabinete?
Uma alternativa em estudo é alta de 20%, o que elevaria o teto para cerca de R$ 160 mil por mês.
- Precisa de votação em plenário para mudar a verba?
Não. Integrantes dizem que é decisão administrativa da Mesa Diretora e será formalizada por ato interno.
- Quais são os impactos fiscais e políticos?
Pode aumentar o gasto anual da Câmara, pressionar o orçamento e gerar debate político. A mudança busca preservar equipes, mas amplia o gasto público.
- Como acompanhar e controlar o impacto orçamentário?
Ferramentas de planejamento e planilhas de controle ajudam a projetar cenários e medir o efeito de reajustes no curto e médio prazos, além de apoiar decisões administrativas transparentes.